Matemática aplicada e análise facial impulsionam métodos personalizados no design do olhar
A incorporação de princípios científicos à estética vem ganhando espaço no mercado brasileiro de beleza, especialmente em procedimentos que valorizam naturalidade e personalização. Estudos sobre percepção visual mostram que o cérebro humano tende a reconhecer como mais harmônicos os rostos com proporções equilibradas, conceito explorado há séculos na arte e arquitetura.
Essa lógica passou a orientar técnicas avançadas no design do olhar, reposicionando a extensão de cílios como um procedimento técnico e estratégico. Na metodologia HarmonyLash, a proporção áurea deixa de ser apenas um conceito e se torna uma ferramenta prática, aplicada diretamente com o uso do compasso áureo. Ela guia cada decisão de correção visual, respeitando a anatomia única de cada olhar.

Amanda Rhuâna, especialista em correção e harmonização do olhar e criadora da HarmonyLash, está entre as pioneiras na aplicação da proporção áurea na extensão de cílios no Brasil. Seu método rompe com os mapeamentos tradicionais e inicia sempre com a análise do olhar, usando o compasso áureo para diagnosticar assimetrias reais.
“A matemática não dita padrões de beleza. Ela revela o ponto exato de onde o olhar pode ser valorizado”, explica Amanda.
A mudança acompanha um movimento mais amplo do setor. Dados da Euromonitor International e da ABIHPEC indicam que o Brasil segue entre os maiores mercados globais de beleza, com crescimento sustentado por serviços especializados e de maior valor técnico.

Nesse cenário, a extensão de cílios deixa de ser repetitiva e passa a ser construída caso a caso. O design é feito com base nos pontos áureos, proporções visuais e desejos da cliente.
“Não se trata de alongar ou dar volume máximo, mas de entender onde cada fio deve estar para criar equilíbrio visual”, afirma Amanda.
Na prática, a técnica avalia curvatura natural, linha ciliar, altura da pálpebra, eixo visual e assimetrias visíveis e invisíveis. O foco não está no rosto, mas no olhar, que é a verdadeira expressão.
Essa abordagem também transforma a forma como a lash artist enxerga o olhar. Ao compreender tecnicamente o que precisa ser corrigido, ela sai do piloto automático do mapping pronto e passa a atuar com autoridade técnica.
“Cada escolha tem uma razão, e isso gera um resultado mais harmônico e duradouro”, reforça Amanda.
Relatórios internacionais mostram que clientes estão mais exigentes e valorizam serviços que explicam seus processos e respeitam suas características individuais. A incorporação da ciência à estética responde a essa demanda e eleva o padrão do serviço prestado.
“A beleza caminha para um modelo mais consciente, técnico e personalizado. A proporção áurea não impõe um ideal, ela orienta decisões que respeitam identidade e individualidade”, conclui.
Sobre Amanda Rhuâna
Amanda Rhuâna é especialista em correção e harmonização do olhar, criadora da metodologia HarmonyLash e referência nacional em técnicas de alta performance. Pioneira ao aplicar os princípios da proporção áurea na extensão de cílios, capacita profissionais a diagnosticar assimetrias, corrigir pálpebras caídas, variações de eixo e diferenças de altura entre os olhos, tudo com naturalidade e fidelidade ao desejo da cliente.
Sua metodologia transforma lash designers em autoridades no olhar feminino, permitindo que entreguem um atendimento de alto valor, com segurança e fidelização.
Com mais de 3 mil alunas formadas ao redor do mundo, Amanda já se apresentou nos maiores palcos do setor, como a Beauty Fair e o Brasil Lash Congress.
Para mais informações acesse instagram, tiktok e youtube.
Fontes de pesquisas
Euromonitor International
https://www.euromonitor.com/beauty-and-personal-care
Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC)
https://abihpec.org.br/publicacoes/panorama-do-setor/
Frontiers in Psychology
https://www.frontiersin.org/journals/psychology
Journal of Craniofacial Surgery
https://journals.lww.com/jcraniofacialsurgery
Aesthetic Plastic Surgery
https://link.springer.com/journal/266
